
Hà Bela Lú
sonhos construídos e rapidamente interrompidos
a vida é brusca e incessível
nos atribui penas sem nos perguntar se queremos
simplesmente se impõe e temos que aceitar
pensamos que somos donos dos nossos destinos
mero engano, esse faz de nos o que quer
lutamos porque, queremos o que! ser feliz?
Talvez isso não esta sob nosso alcance
Principalmente quando a vida nos é tirada de maneira bruta
Iai com quem reclamar, Vale a pena lamentar! sei la
Realizar porque se quando vamos colher
Vem o vendaval e derruba tudo
Só restando à lembrança
De um doce sorriso de criança
De um jeito próprio de ser
Da grande e gloriosa vontade de viver
...daquele grande e eterno ser ...
Escrito por Felipe Porto às 21h24
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Desculpe a quem não estiver presente nessa foto, mais é a unica que tenho, mais o humilde poema foi feito com muito amor para todos que pela segunda Feira do PU de Guarus passou, todos vocês.
Fim de Mais Um Plantão
Segunda não tem mais plantão
Pois mudou a direção
Proibiram o acadêmico de atender
As mudanças continuam sem fazer
Muita coisa aconteceu
Teve foco sem iluminação
Teve até capitão dando voz de prisão
Também teve falta de medicação
Mais nem sempre foi assim
Muita coisa boa foi vivida por ali
Amizade construída
Entre idas e vindas
O plantão foi se desfalecendo
E gente nova aparecendo
E novas amizades sendo construídas
Novas experiências sendo vividas
Há antes que me esqueça
E me sais da cabeça
Teve comida na latinha
E anestesia na bundinha
Entre um paciente e outro
Entre um trago e outro
Muita coisa aprendi
Que ficara para sempre em mim
Num da para falar tudo
Pois num cabe nesse mundo
Tanta coisa aconteceu
Tanta terça amanheceu
Fica aqui meu carinho
Carinho por todos que por la passaram
Uns mais chegados
Outros mais calados
Porem todos ficarão para sempre em meu coração
Não vou citar nomes
Para não gerar nenhuma confusão
Porem amo a todos de paixão.
Escrito por Felipe Porto às 11h40
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A vida sem rumo
Os dias passam e a angustia continua
Sem sinais, sem resposta
Com medo, sem coragem
Pensamento longe desconcertante
Hoje não consigo rima
Nem tão pouco combinar as palavras
Não me sinto bem
Mais porem , vou tocando em frente
Os dias vão passando
A agonia aumentando
Os problemas borbulhando
E o coração cada vez mais agonizando
Agonia talvez, saudade quem sabe
Saudade de que, não sei
Mais um trago, mais um gole
Mais uma noite mal dormida
E assim vai passando a vida.
campos 25/03/05 0:10 hs
Escrito por Felipe Porto às 19h22
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Dias vividos, dias perdidos
Passa-se o tempo e a alma agoniza
Amanhece um novo dia
Permanece o mesmo humor
Nada presta quando tudo me resta
Mesmo sendo convidado para festa
Sempre achando que ela não presta
Mesmo quando ela não é honesta
Tempo chuvoso
Pensamento furioso
Pessimista, pode ser
Confiante, pode crer
Mente vazia e noite fria
Uma combinação para melancolia
Mais não adianta fugir
Esse grande momento tem que vir
O corpo cansado
Mais sempre armado
Pois o próximo dia deve ser árduo
E haja o que houver temos que estar preparados
Todo mundo pode
Mais nunca podemos
Embora às vezes queremos
Temos sempre que ser fortes
campos 03/02/2005 23:40 hs
Escrito por Felipe Porto às 19h16
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Guria
A arte de encantar
Em conjunto com a ousadia de seduzir
Es que derrepente surge sem pedir
Entra sem bater
Como um amanhecer
E com seu jeito meigo de ser
Porem com um grande poder
Que confunde mesmo sem querer
E deixa completamente sem saber
Saber, porque querer
Querer sem saber por quê
Simplesmente querer ter
Nunca ter só por ter
E sim pela beleza do seu ser.
campos 23/03/2005 0:30 hs
Escrito por Felipe Porto às 18h31
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AMIGOS
Amigos, colegas, conhecidos
Como sabe-los quem são
Aqueles que pra sempre, são na verdade irmãos
Ou por algum momento se farão
Amizade, sentimento único
Que parte de um só princípio
Do prazer de se fazer amigo
Da vontade de te carregar sempre comigo
Amigos pára sempre, Já dizia a canção
Que ela nunca percar a sua razão
Pois buscando pela emoção
Um amigo, jamais se deixa na mão
Alguns amigos em especial
Outros só fazem o essencial
Não que não sejam...
Porem estão sempre na mesmice do padrão
Já outros não
Gostam de uma violação
Claro que com a mais bela pureza do coração
Talvez por isso, nem saiba, o quanto vale sua emoção
Alguns acham que são
Outros afirmam que são
Muitos simplesmente não são
No fim sempre se sabe os que sim e os que não.
Escrito por Felipe Porto às 02h20
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Noite fria, obscura
Mente pura, coração vazio
Der repente surge uma luz
De um modo inesperado
Porem bem recomendado
Por Deus, talvez
Por um anjo, quem sabe
Es a questão responder neguem sabe
É véspera de plantão
Só uma ligação
Será que ligados por um cordão
Cordão umbilical, cordão que gera a nova vida
Vida essa que pode ser bela
Depende de como a encaramos
De frente, de lado, sempre com confiança
Só sei que der repente se renova a esperança.
Escrito por Felipe Porto às 23h18
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Vontade X Coragem
Amanhecer de mau humor
Sem vontade de prosseguir
Alimentar a dor, sem coragem de desistir
Simplesmente ir tocando em frente
Acordar para trabalhar
Quase sempre sem pestanejar
E quando reclamar, ter hombridade de olhar
Olhar friamente sem se lamentar
Simplesmente uma escolha
Com tempo de desmanchar
Apagar, romper liquidar
Coragem não sei se tenho
Vontade talvez me dou
O que seria do homem
Se da vontade tudo fizesse
Se da coragem tudo pudesse
Escrito por Felipe Porto às 01h04
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Esse sou eu, na sala de estar de um Posto de Urgência em um dos poucos momentos de descanso, recarregado as baterias para encarar mais 12 horas de uma longa madrugada pela frente. Neste dia eu estava de plantão na emergência odontológica, muita gente com dor de dente de madrugada!!!!!!!!!!!!
Escrito por Felipe Porto às 00h33
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Como nem todo dia é dia de plantão
Dias de plantão, dias de descanso
Dia de ir para praia, ouvir o som do mar
Neste momento nem imagino que em breve é hora de voltar
Voltar para o lar, mais 24horas sem pestanejar
Como nem todo dia é de luta
As vezes sobra um domingo para festejar
Viajar com a família
Sem esquecer de levar o cachorro para passear
Entre idas e vinda, amigos da para arranjar
Uns poetas, que nos ensinam a sonhar
Outros pessimistas, prontos para nos derrubar
Claro que com esses não podemos nem contar.
Entre um café e outro paramos para imaginar
Se um dia conseguiremos parar
Apesar, que ele deve demorar
Dia esse que quando chegar, temos que respeitar.
Felipe Porto 16/12/2004 às 0:20
Escrito por Felipe Porto às 00h25
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